Para que a esperança não morra

Para que a esperança não morra

“A esperança é aquela coisa com asas que pousa na alma, canta melodias sem palavras e nunca cessa”. (Emily Dickinson)

Para que a esperança não morra

Quando uma notícia ruim, vinda de dentro de nós mesmos, da narrativa de amigos ou da leitura dos jornais, se agiganta, tendemos a tomá-la como uma demonstração definitiva da vitória da morte. Nessas horas, tendemos a amaldiçoar o mundo em que vivemos, a lamentar a natureza humana e a dar ao mal um poder que ele não tem.
Para que a esperança morra, Deus teria que estar morto, e não está.
Para que a esperança morra, satanás teria que estar no controle das coisas, e nunca estará.
Para que a esperança morra, nosso coração teria que ter parado de pulsar, e ele pulsa.
Para que a esperança morra, o horizonte teria que impedir a visão, e há uma luz que nos chama à a vida.
Os mesmos jornais que carregam bombas também nos contam de cidades que tinham sido tomadas pelo crime, mas seus cidadãos a retomaram dos bandidos.
Os mesmos amigos que portavam dores também nos falam de pessoas cujas saúdes foram restabelecidas.
Os mesmos corações — como o de Jó, na Bíblia, ou o nosso — que não vislumbravam soluções para seus conflitos e seus dramas voltaram a amar, a crer e a sorrir.
Para que a esperança não morra, precisamos manter, mesmo que obscurecida pelas dificuldades, a certeza que a graça de Deus sobre nossas vidas é uma oferta absolutamente definitiva, que nunca perde a sua validade.

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.