Orando de verdade

Orando de verdade

“A realidade é que minhas orações não mudam a Deus, mas estou convencida que a oração me muda. Orar com ousadia me arranca desse velho lugar de hábito religioso para uma conexão autêntica com o próprio Deus”. (Lysa TerKeurst)

Orando de verdade

Nossas orações devem ser sempre honestas, sinceras, corajosas, intensas e racionais.
Não faz nenhum sentido pedir o que não queremos receber e nem prometermos o que não pretendemos cumprir. Oremos com honestidade. Daniel orava assim (Daniel 9).
Quando orarmos, devemos nos apresentar como somos, porque, diante de Deus, não adianta nos valermos de palavras que impressionam porque ele não se impressiona. Oremos com sinceridade. Neemias orava assim (Neemias 5.19).
Demonstramos coragem quando confessamos nossos pecados e quando não pedimos a Deus para fazer o que nos cabe ou para corrigir os erros em que conscientemente incorremos. Oremos com coragem. Moisés orava assim (Êxodo 32.32).
Nossas orações devem ser intensas, com palavras que veiculem o que vai no nosso coração e com movimentos corporais que traduzam nossos sentimentos e nossas convicções. Oremos com intensidade. Ana orava assim (1Samuel 1.10).
Devemos nos lembrar que Deus, às vezes, conserta o que fazemos de errado, mas, por vezes, deixa que colhamos os resultados das sementes que plantamos. Oremos e exercitemos nossa capacidade de raciocinar (Romanos 12.1-2).
Mesmo quando Deus não conserta as nossas falhas, ele nos está respondendo, embora não nos dê o que pedimos. Quando não repara nossos erros, é porque quer nos educar para o uso do bem mais valioso que nos concede: a nossa liberdade. Podemos desejar abrir mão dela, mas Deus não nos permite, porque o prazer dele é se relacionar com pessoas responsáveis, honestas, sinceras, corajosas, intensas e racionais.

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.

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Postado em

05/06/2017