Hora de aplaudir

Hora de aplaudir

“Uma ideia é um meteoro”. (Victor Hugo)

Hora de aplaudir

Em todos os campos, as ideias surgem.
Nós as temos e propomos soluções para nós mesmos e para os outros. Para formulá-las, falamos, agimos, inventamos, solucionamos, escrevemos.
Em nossa jornada, também nos deparamos com as ideias dos outros, umas brilham, outras subsistem anotadas à margem.
Diante das boas ideias dos outros, podemos nos perguntar por que não fomos nós quem as tivemos.
Podemos desprezá-las por puro despeito.
Podemos calá-las para que não falem.
Podemos nos reprovar por não as termos tido.
Podemos ficar ressentidos por não seremos nossas.
Nossos gestos, quando mesquinhos assim, não conseguem negar que as ideias movem o mundo. Ainda bem que as ideias — as nossas e as dos outros — comovem, demovem, desenvolvem, envolvem, promovem, resolvem.
Elas precisam ser reconhecidas.
Cabe-nos aplaudi-las de pé.
Seremos santos se não tivermos inveja dos seus formuladores.
Seremos sábios se nos aproximarmos dos seus autores para aprender mais com eles.
Seremos sobranceiros se aplicarmos em nossas práticas as inovações propostas.
Seremos solidários se, tendo oportunidade e havendo necessidade, contribuirmos para aperfeiçoar as ideias que recebemos.
O que merece aplauso é para ser aplaudido.

“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus”. (1 Coríntios 3.6)

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.