Desalento, não

Desalento, não

“Onde não ha esperança no futuro não há poder no presente”. (John Maxwell)

Desalento, não

Chegamos ao desalento porque os fatos nos influenciam e massacram.
Ficamos no desalento porque a interpretação dos fatos nos contagia.
Continuamos no desalento porque os sentimentos gerais construídos a partir dos fatos nos deprimem.
Perdemos para o desalento quando somos influenciados a não crer que Deus é poderoso e amoroso para reverter situações dominadas completamente pela desilusão.
Diante do desalento, nossa tarefa é ler a realidade e influenciá-la.
Precisamos ainda cuidar para as que as leituras dos outros, algumas construídas por interesses que não reconhecemos, se tornem nossas por imposição dos formadores de opinião.
Devemos manter a esperança como a âncora da nossa alma.
Abraão conquistou suas vitórias por causa da esperança de que Deus faria para ele e por intermédio dele o que lhe prometeu. Deus lhe prometeu uma família e ele a teve. Deus lhe prometeu prosperidade e ele a obteve. Deus lhe prometeu que, por seu intermédio, abençoaria nações e ele abençoou.
Jesus Cristo foi mais que vencedor por causa da esperança de que cumpriria até o fim a missão que o Pai lhe conferiu. Ao morrer, ele abriu a cortina que nos dá acesso a uma vida onde o desalento não entra.
Na esperança que vem da promessa de Deus, podemos nos refugiar e firmente nos apegar (Hebreus 6.13-20).

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.