A singularidade da fé

A singularidade da fé

“Eu conheço esta verdade em primeira mão: a culpa deixa a alma agitada, mas a graça acalma. O benefício de ser um grande pecador é a dependência de uma grande graça!”. (Max Lucado)

A singularidade da fé

Contra a fé luta a razão.
Autossuficiente, a razão, mesmo quando perdida, insiste que encontrará por si mesma o caminho. Teimosa, a razão se debate no labirinto até à exaustão. A guerra, o que é, senão o exercício da força da razão?
Contra a fé batalha a superstição.
Achamos mais fácil nos agarrar a relíquias, ícones de paredes, objetos ungidos —penduricalhos em que podemos tocar — do que depender de Deus, orar a Deus, esperar em Deus, responder com fé ao seu apaixonado amor por nós.
Contra a fé resiste a tradição.
A tradição nos diz que devemos acreditar no que sempre acreditamos, agir como sempre agimos, seguir aos senhores que sempre seguimos, em lugar de aprender na Palavra de Deus que precisamos simplesmente responder à oferta da Graça que ele nos faz.
Podemos deixar de teimar e fazer da fé a nossa razão, fé que não dá lugar à superstição, fé que vence a tradição.
Não precisamos amar a Deus para sermos amados por ele. Quando cremos em Jesus como Salvador e Senhor, compreendemos que Deus ele nos amou primeiro.
Não precisamos nos esforçar para impressionar a Deus. Ele se agradou de nós antes mesmo de nascermos. Ter fé é nos rendermos a ele, sem medo de trovões e imperadores, porque seguros de ser recebidos e acolhidos por ele para vivermos no compasso da sua maravilhosa graça.

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.

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Postado em

06/11/2017