A singularidade da Bíblia

A singularidade da Bíblia

“Se você crê naquilo que gosta no Evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas em você mesmo”. (Agostinho de Hipona)

A singularidade da Bíblia

Que livro é este que, escrito em épocas diferentes e por pessoas diferentes e em lugares diferentes, não se contradiz?
Que livro é este que, produzido em tempos tão distantes, oferece informações que permanecem tão atuais como as folhas dos jornais que vão circular amanhã?
Que livro é este cujos ensinos nos mostram quem somos e nos apontam para o que podemos ser, como se preparado exclusivamente para cada um de nós?
Que livro é este cujas páginas exalam promessas de vida que se cumprem linha por linha?
Que livro é este que nos dá a triste notícia de que somos pecadores — e por isto o mundo é o que nossos olhos veem e os noticiários mostram — mas nos descortina a boa nova que a graça de Deus nos livra do poder do nosso pecado?
Que livro é este que podemos ler como uma declaração de amor que Deus nos faz, amor que nos nos convida a fé para receber a graça e que instila em nossa mente a esperança para a alegria de viver?
Este livro é a Bíblia, a santa Bíblia, a Bíblia sagrada, as Escrituras sagradas, o livro inspirado por Deus, o livro iluminado, o qual precisamos afirmar e reafirmar como sendo singular, e então amar, ler e seguir, admirar, compreender e refletir, para que possa nos orientar, erguer e corrigir, salvar, suster e instruir.

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.

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Postado em

20/11/2017