Nem sempre

Nem sempre

“A melhor maneira de se encontrar é perder-se no serviço aos outros”. (Mahatma Gandhi)

Nem sempre

Nem sempre conseguimos de triunfo em triunfo caminhar.
Há momentos em que os frutos da derrota nos vêm humilhar.
Cabe-nos todas as lições anotar.
Há momentos em que precisamos recuar.
Esses momentos não são de acelerar.
Se íamos a 120, rápidos demais, temos que nos acalmar.
Temos que suprimir compromissos da agenda, mesmo que tenhamos que nos desculpar.
Talvez não tenhamos errado, se podemos nos lembrar.
Simplesmente há alguém de quem precisamos cuidar.
Talvez de nós mesmos precisemos cuidar.
Há momentos em que temos que parar,
Mas isto não vem para nos apequenar.
Isto vem do amar.
Isto vem por amar.
Por amar deixamos coisas de lado para pessoas acompanhar.
Os mortos se enterram a si mesmos (Mateus 8.22), mas dos vivos nos toca cuidar.
A missão, por grande que seja, pode esperar.
Nesse caso, nossa tarefa é do outro cuidar.
Nossa vida não acabou, não precisamos lamentar;
Talvez nossa vida, a vida que importa, esteja mesmo por começar.
Se sempre fomos assim, priorizando quem devemos priorizar,
Um belo estilo de vida estamos a perpetuar.
Nesse momento em que precisamos desacelerar,
Apenas estamos reorganizando nosso projeto hoje para amanhã avançar
Sem causar danos difíceis de reparar.
No tempo de curar, precisamos curar.
No tempo de chorar, amamos ao chorar.
No temos de abraçar, temos que abraçar.
No tempo de perder, não precisamos ganhar.
No tempo de calar, não necessitamos falar (Eclesiastes 3).
Se, para amar, precisamos parar e paramos
Não há dúvida que a melhor decisão tomamos.

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.

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Postado em

07/11/2016