Escolhendo a liberdade

Escolhendo a liberdade

“Tratemos a liberdade não como um direito para fazer o que nos agrada, mas como uma oportunidade para fazer o que é certo”. (Peter Marshall)

Uma constelação de estrelas conspira contra a nossa liberdade.
A nossa liberdade irrita o nosso instinto que quer nos controlar.
A nossa liberdade fere de morte o nosso desejo que quer nos dominar.
A nossa liberdade esmaga o temperamento que não aceita não nos domar.
A nossa liberdade debocha da moda que quer nos pastorear.
Podemos abrir mão de nossa liberdade e seguir o movimento do instinto, sempre pronto para nos orientar.
Podemos abrir mão de nossa liberdade para que o desejo nos diga por onde caminhar.
Podemos abrir mão de nossa liberdade ao entregar ao temperamento o ritmo do nosso respirar.
Podemos abrir mão de nossa liberdade e permitir que a moda nos determine o que pensar.
Abrir mão da liberdade é uma escolha que podemos fazer, mas a melhor decisão é com ela ficar.
Deus nos deixou mandamentos que nos ajudam o ideal da liberdade conservar.
Por isto, esses mandamentos nos fortalecem para o risco sempre ponderar.
Quando pensamos nas consequências em escolher o que pode matar,
Agarramos a nossa liberdade como tesouro que ninguém nos pode arrebatar.
Escolher a liberdade tem um preço, implica muitas vezes em sacrifício,
Em vigilância que é sempre atenta e em renúncia que é sempre difícil,
Mas custará menos que ceder ao vício,
Que, uma vez no comando do edifício,
Faz da algema o instrumento do seu ofício.
As seduções do instinto e do desejo cabe-nos rejeitar.
Diante da força do temperamento e da moda é nosso dever protestar.
O caminho da santidade é o que devemos fortemente almejar.

Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.

Habilidades

Postado em

31/10/2016